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Vivem na Região da Madeira 6.765 estrangeiros

 

 

Vivem na Região da Madeira 6.765 estrangeiros

Em 2010 viviam na Região Autónoma da Madeira 6.765 estrangeiros.
A comunidade mais representada era a brasileira, seguida da inglesa e da venezuelana, segundo os dados estatísticos do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, na Madeira.
A informação disponível confirma a percepção que a maioria de nós tem. Ou seja, que na última década houve um forte processo de imigração. Na realidade, os números mostram que a população estrangeira quase triplicou em apenas seis anos, passando dos 2.538 residentes, em 2000, para 7.222, em 2007.
Entre os anos 2000 e 2005 os residentes vindos do exterior do país foram progressivamente aumentando, como mostra o gráfico ao lado, mas foi em 2006 que se deu o “boom”, uma vez que de um ano para o outro o número de imigrantes quase duplicou, passando dos 3.961 para os 6.736.
Este período, que coincidiu com a época das grandes obras de construção civil na Madeira mas também de momentos de significativa prosperidade, continuou a atrair estrangeiros. E 2007 foi, de facto, o ano de mais entradas de estrangeiros, na última década.
De então para cá, o número de imigrantes tem permanecido mais ou menos constante, mas com tendência para diminuir de forma lenta.
De facto, em 2010 recuámos para os níveis que tínhamos em 2006, quando se deu a grande vaga de imigração.
Os dados estatísticos disponibilizados, ao Jornal da Madeira, pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras mostram também que as faixas etárias predominantes na primeira metade da década eram essencialmente jovens: dos 0 aos 19 e dos 20 aos 39.
Já na segunda metade, registou-se um aumento na faixa dos 40 aos 64 e uma diminuição na faixa dos 0 aos 19, mantendo-se, no entanto, a predominância da faixa dos 20 aos 39.
De acordo com Fátima Teixeira, directora regional da Madeira do SEF, as principais razões de imigração foram as melhores condições de vida, o trabalho e o reagrupamento familiar.
A inspectora superior Fátima Teixeira refere também que na última década verificam-se alterações na expressão das nacionalidades, havendo um decréscimo relacionado com acontecimentos simultâneos de diversos factores, nomeadamente o aumento da atribuição de nacionalidade portuguesa, desde a última alteração à lei da nacionalidade, a crise económica e financeira que Portugal atravessa bem como a alteração dos fluxos migratórios.
No entanto, verifica-se o predomínio do Brasil, e dos países do leste europeu, como a Ucrânia, a Moldávia e Roménia.
Quanto aos motivos de permanência, Fátima Teixeira declara que «tendem a ser os mesmos desde o início da década». E hoje em dia «a maioria está integrada na sociedade, nomeadamente no mercado de trabalho e no ensino escolar», acrescenta a responsável.

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