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Brasil se torna 4º destino preferido para investimentos

 

 

Brasil se torna 4º destino preferido para investimentos



Na edição anterior do índice de confiança da consultoria A.T. Kearney, país ocupava a 6ª posição no ranking.

O Brasil é o quarto destino preferido para receber investimentos externos, segundo a edição de 2010 do Foreign Direct Investment Confidence Index, elaborado pela consultoria de gestão A.T. Kearney desde 1998.

A posição do país melhorou em relação à edição anterior da pesquisa, de 2007, quando ocupava a sexta posição. Atualmente, o país está atrás da China (na liderança desde 2002), dos Estados Unidos e da Índia.

O estudo é feito a partir de entrevistas com altos executivos de mais de duas centenas de companhias com faturamento anual superior a US$ 500 milhões.

"O Brasil vem demonstrando estabilidade nas regras para os investidores, que conhecem mais o país", afirma o sócio e vice-presidente da A.T. Kearney no Brasil, Dario Gaspar.

"Outro ponto, não tão bom, é que a base de comparação é baixa, ou seja, houve países que pioraram na classificação. É uma mistura de interesse pelo Brasil e desinteresse por outras economias." Desde a edição de 2001 o país estava fora da lista dos cinco principais destinos.

O Brasil é mais bem visto por investidores americanos e europeus, para quem representa, respectivamente, o quarto e o quinto melhor lugar onde apostar. Está atrás (em sétimo) na lista dos asiáticos.

"Na Ásia há o fenômeno do `near abroad`, com os empresários muito interessados em investir no próprio continente", explica Gaspar.

O Brasil é considerado um bom destino pelo empresariado da indústria pesada (de petróleo a metais, entre outros), ocupando a terceira colocação, mas não só. A indústria leve (de alimentos a mobília) vê o país como o quinto melhor lugar.

Investimentos adiados

Embora o pior da crise financeira aparentemente já tenha ficado para trás, a pesquisa da A.T. Kearney indica que o empresariado mundial ainda está adiando investimentos externos.

"Cerca de 50% das empresas vai postergar os investimentos previstos para 2010", diz Gaspar. Também um reflexo da crise, as economias desenvolvidas - como a dos EUA, que passou do terceiro para o segundo lugar - avançaram no ranking.

"Na dúvida, eles ainda inspiram mais confiança no médio e no longo prazo", afirma Gaspar.

Mas as economias emergentes seguem atrativas. A visão positiva sobre a perspectiva econômica de China e Índia cresceu 32% e 31% ante os resultados de 2007.

Quanto ao Brasil, o crescimento foi de 22%. Já sobre os EUA, a visão positiva se elevou 17%, enquanto a negativa teve aumento maior, de 22%.


Fonte: Brasil Econômico





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